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O quintal do Palacete do Barão[1]

Palacete do Barão do Rio Pardo. Campos Elíseos, São Paulo. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

Vereador pede CPI para rever tombamentos

Requerimento questiona atuação do Conpresp; Centrão apoia comissão

Diego Zanchetta, Fabio Leite

Com a assinatura de 18 dos 55 vereadores de São Paulo, um requerimento apresentado ontem pelo vereador Aurélio Miguel (PR) propõe uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar decisões do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico (Conpresp) e a situação dos 1.832 imóveis tombados ou em processo de tombamento. Se aprovada por 28 votos, a CPI poderá questionar as decisões do órgão.

Oito conselheiros integram o colegiado permanente, entre eles o vereador Toninho Paiva (PR). Em cinco anos, o conselho congelou novos empreendimentos em áreas nobres como Ipiranga, Aclimação e Mooca. O mercado imobiliário, que financiou a campanha de 29 vereadores, defende a revisão desses tombamentos. O Centrão, bloco formado por PMDB, PR, PV, PTB e DEM, já se manifestou favorável à CPI.

O requerimento tem em anexo reportagem do Estado, de 3 de julho, que mostra decisão judicial para demolição de um condomínio residencial construído em área tombada na Avenida IV Centenário. “Queremos apurar a atuação do Conpresp. Situações como essa se repetem em vários locais”, disse Miguel.

O relatório da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal que mirou a Camargo Correa, encontrou indícios de corrupção no Conpresp. Um manuscrito apreendido na casa do executivo Pietro Bianchi indicava supostos pagamentos a Antonio Carlos Rodrigues e Toninho Paiva, além do secretário de Habitação, Elton Santa Fé. Os valores se referem à construção de um empreendimento residencial no Tatuapé. Eles negam.

O Conpresp informou que estará à disposição da comissão. Paiva não foi encontrado.

Quem publicou a notícia foi o Estadão:

Nota: No final do ano passando conhecendo o estado do Casarão do Barão do Rio Pardo, localizado no bairro dos Campos Elíseos, escrevi para o Conpresp lamentando da situação do imóvel e a quantidade de lixo no seu interior. Nunca tiver resposta da minha mensagem. O que me parece que é um órgão público que atende a interesses de poucos, não estando preocupado com a cidade e sua história.

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Foto: Roberto Ripoli

Foto: Roberto Ripoli/Flickr

 

 

Deteriorada, área vai para o Estado, que quer fazer um polo cultural

Marici Capitelli

A Justiça determinou este mês que a Secretaria de Estado da Cultura tome posse da Vila Itororó, no Bexiga, região central. Construído na década de 20 com a proposta arquitetônica de ocupação do espaço público pela comunidade, hoje o lugar, tombado pelo patrimônio histórico, está completamente deteriorado. Com a decisão, 220 moradores deixarão o local.

A área que será reintegrada tem quase 5 mil metros quadrados, onde estão 37 casas e um palacete. O pedido de imissão de posse, aceito pela Justiça, foi feito pela Secretaria de Estado da Cultura. O órgão informou que no local será instalado um polo cultural, sob responsabilidade da Secretaria Municipal da Cultura. A Prefeitura foi procurada, mas não se pronunciou sobre o projeto.

A matéria é do Estadão e continua:

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