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Igreja da Boa Morte. São Paulo, SP. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

Inspirado nas fotos do carioca Militão Augusto de Azevedo – o primeiro a registrar o cotidiano da cidade em meados de 1860 -, o fotógrafo Renato Suzuki percorreu os mesmo lugares e registrou através de seus cliques como está a cidade de São Paulo depois um século de transformações.

A exposição “Memória da Cidade: História e Patrimônio de São Paulo” está no Centro Cultural da Caixa Economica até o dia 28 de fevereiro, de terça a domingo das 9h as 21h. Na exposição o visitante poderá ver as fotos originais do Militão que são de propriedade do Museu Paulista.

Caixa Cultural de São Paulo – Praça da Sé, 111 – Tel.: (11) 3321-4400

Você poderá ler mais sobre esta notícia no site do Viva o Centro

Avenida São João, Centro. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

26/01  – Agência Estado

A ocupação de prédios ociosos é considerada por urbanistas etapa essencial no projeto de revitalização do centro de São Paulo. Além de levar “vida” à região, a iniciativa teria outros efeitos positivos para a cidade, como amenizar a superlotação do transporte público, agravada pela necessidade diária de deslocamento dos paulistanos dos bairros periféricos para a área central, onde estão as vagas de emprego. “Há uma abundância de serviços, comércio e transporte no centro. É preciso ter gente morando no centro para aproveitar essa infraestrutura”, disse a arquiteta Maria Ruth do Amaral Sampaio, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Outro ponto destacado por especialistas é o potencial de mistura de classes – entre os anos 50 e 70, a elite migrou dos bairros centrais para empreendimentos em outras regiões da cidade. Os projetos anteriores para reocupar no centro, no entanto, esbarravam em dois entraves: a falta de financiamento e os especuladores. Para Maria Ruth do Amaral Sampaio, a transformação de prédios desocupados em moradia atualmente é mais barata do que a construção de novas unidades. “Hoje, há tecnologia para fazer isso. Além de ser viável, sai mais barato, principalmente se levarmos em conta a questão da desoneração do transporte”, avalia. A professora da FAU não tem dúvidas quanto à viabilidade do projeto desenvolvido pela Cohab. “Depois da 2ª Guerra Mundial, Holanda, Inglaterra e França fizeram exatamente isso. Não derrubaram nada”, disse. “Não há nenhum grande entrave, mesmo porque diversos prédios pertencem a um mesmo dono. Se não fizeram até hoje por falta de vontade.” Maria Ruth também é favorável à ideia da Prefeitura de montar unidades menores, voltadas para famílias de baixa renda, e apartamentos mais amplos, procurados pela classe média. “Há muita gente morando hoje na Avenida São Luís. Tenho certeza de que haverá interesse em outros pontos.”

A matéria é do site Agência Estado

Pinacoteca do Estado. Foto: Hélio Bertolucci Jr.©

Texto prevê que o governo nunca destine menos do que 40% ao Fundo Nacional de Cultura (FNC)

Jotabê Medeiros, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – É uma mudança radical na filosofia de incentivo à cultura no País. A nova Lei Rouanet, cujo texto foi assinado na terça, 26, pelo presidente Lula, prevê que o Fundo Nacional de Cultura (FNC) nunca poderá ter menos do que 40% do orçamento do MinC. Até hoje, o fundo (que permite o incentivo direto, sem que o produtor precise captar dinheiro no mercado) recebe valores irrisórios e aleatórios. A maior parte dos recursos chega via renúncia fiscal – empresas adiantam o dinheiro aos produtores culturais, e depois são reembolsadas na hora de declarar o seu Imposto de Renda (IR). 

 A matéria é do site O Estadão e continua:

Belenzinho

Bairro operário, Belenzinho. São Paulo. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

 

Centro Universitário Belas Artes preparou um estudo da cidade de São Paulo por meio da sua arquitetura

Ademir Pereira dos Santos e Turguenev Roberto de Oliveira – Especial para o Estadão.edu

SÃO PAULO – O professor de Teoria e História da Arquitetura Ademir Pereira dos Santos  e o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Belas Artes, Turguenev Roberto de Oliveira, prepararam a pedido do Estadão.edu um roteiro por algumas das obras arquitetônicas mais representativas da história da cidade que em 2010 completa 456 anos. Veja abaixo estudo completo:  

“Nosso critério para elaborar este roteiro tem como referência obras representativas dos períodos da história da urbanização da cidade de São Paulo, obras que estejam em bom estado e sejam exemplares e importantes, sendo tombadas/protegidas por lei ou não. Obviamente é uma seleção e como é inerente a listas reduzidas, há omissões e falhas. Procuramos, na medida do possível, fugir do que já foi muito “batido”.

 A matéria é do jornal O Estado de São Paulo e continua:

Rua 3 de Dezembro

Rua 3 de Dezembro, Centro. São Paulo. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

Crônicas de São Paulo, Histórias dos Bairros e Arena Conta Arena diversificam forma de perfilar uma das mais importantes cidades do planeta, que comemora, no próximo dia 25, seus 456 anos

No mês em que a cidade faz aniversário, a TV Cultura inclui na sua programação três atrações semanais que, além de resgatar traços históricos de São Paulo, ampliam o diversificado mosaico sóciocultural da maior metrópole do Brasil. São elas: Crônicas de São Paulo, Histórias dos Bairros e Arena Conta Arena. Juntas, elas integram o especial São Paulo 456 Anos. A estreia será no próximo domingo (10/1/2010). Os dois primeiros programas serão exibidos consecutivamente a partir das 22h. Já o Arena Conta Arena ocupará a faixa das 22h30.

A matéria continua no site da TV Cultura

Vila Itororó, Bela Vista. SP

Vila Itororó, Bela Vista. São Paulo. Foto: Hélio Bertolucci Jr.

Patrimônio histórico de São Paulo tem até ‘puxadinho’

Água ‘brota’ em edificação tombada pelo Condephaat.
Sem conservação, casarões antigos viram cortiços na Bela Vista.

Marcelo Mora Do G1, em São Paulo

São Paulo tem se mobilizado para ajudar a cidade de São Luiz do Paraitinga, no Vale do Paraíba, a se recuperar da enchente que destruiu grande parte do município no início do ano, mas assiste ao patrimônio histórico da capital paulista se deteriorar. Esta degradação se agrava ainda mais com as incessantes chuvas que estão castigando a capital neste mês.

A matéria é do site G1 e continua:

  Para comemorar o aniversário de São Paulo, a Editora Terceiro Nome faz uma promoção para os livros com o tema: até 25 de janeiro, o desconto é de 30% para livros comprados pelo www.terceironome.com.br e 40% para os livros retirados na Editora (Rua Belmiro Braga 70 – Pinheiros – São Paulo/SP). Confira os títulos:  
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  Paixão por São Paulo – antologia poética paulistana de R$ 35,00 por R$ 24,00 (no site)
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  Bonde – saudoso paulistano de R$ 100,00 por R$ 70,00 (no site)
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ou R$ 84,00 (na Editora)Últimos exemplaressaiba mais
 

 

  Simbolismo e profecia na fundação de São Paulo –
a casa de Piratininga
de R$ 28,00 por R$ 19,00 (no site)
ou R$ 16,50 (na Editora)saiba mais

 

  Uma outra cidade

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  Vila Olímpia

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