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Archive for the ‘preservação’ Category

 ATENÇÃO: Eu não tenho informações sobre os documentos do Hospital Matarazzo, tipo registros de batismo e fichas de nascimento, falecimentos, etc. Olhem nos comentários, algumas pessoas colocaram algumas informações a respeito. Obrigado.

Hospital Matarazzo. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

Ocupando uma área de 27 mil m2 em uma das regiões com o metro quadrado mais caro do País, o Hospital Matarazzo espera há mais de 17 anos por um destino. De propriedade da entidade bilionária Previ, a caixa de aposentadoria dos funcionários do Banco do Brasil, que na época acharam estar fazendo um ótimo negócio pensando na venda do local como terreno. A entidade não esperava que as edificações, em estilo neoclassico, inaguradas em 1917 estavam tombadas pelo Condephaat e pelo Conpresp.

O Hospital que já foi um dos mais importantes da cidade e prestou serviços primeiramente a comunidade italiana e depois para todas as pessoas fechou suas portas em 1993, depois de 89 anos de atividades.

Algumas histórias sempre surgem de que o local abrigará um hotel ou mais um shopping, mas como os prédios não podem ser demolidos e nem descaracterizados, tais boatos não passam de meras especulações.

Algumas pessoas, ex-funcionários e entidades tentam fazer alarde para que no mínimo o lugar seja ativado como Hospital, já que serviu tão bem a sociedade, tem localização privilegiada e num País que carece de bons lugares na área de saúde, este entrando em funcionamento não seria nada mal.

Que as autoridades se sensibilizem e não esperem que mais esta construção seja “tombada” na cidade.

Saiba mais sobre este assunto na matéria do Diário do Comércio:

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Masp e Edifício Dumont Adams. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

Finalmente o Masp resolveu ocupar e reformar o abandonado Edifício Dumont Adams localizado na Av. Paulista. Após a reforma o local receberá o nome de Masp Vivo, devido a parceria com a companhia de telefonia celular. Cinco ou seis andares funcionará a Escola Masp, parte administrativa do Museu e ainda espaços expositivos. Caso a instituição não concretize a reforma até 2012, terá que devolver os 13 milhões patrocinados pela empresa na aquisição do edifício.

Recentemente passei pela região e os tapumes já estão sendo instalados na lateral do edifício. Algumas pessoas que circulavam pela região vendo a movimentação para a reforma, felicitaram a utilização do prédio que trará para a região mais um pólo cultural.

Mais informações sobre esta notícia no site do Estadão:

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Antiga construção - Praça da Sé

Restauração abandonada, Praça da Sé, São Paulo, SP. Foto: Hélio Bertolucci Jr.

Presente em uma das mesas-redondas da Semana do Patrimônio Histórico, promovida pelo DPH, a Viva o Centro defendeu a necessidade de mudança nas regras do tombamento para que a preservação de tesouros históricos, artísticos e arquitetônicos na cidade caminhe junto com o desenvolvimento. 

O superintendente da Viva o Centro, Marco Antonio Ramos de Almeida, foi um dos participantes da mesa-redonda Tombamento, e depois? Experiências e práticas de gestão do patrimônio cultural: a questão dos incentivos”, juntamente com Vasco de Mello, representantes do IAB-SP; Eduardo della Manna, do Secovi; José Eduardo Rubies, da Associação Preserva São Paulo; José Eduardo de Assis Lefèvre, presidente do Conpresp; e o diretor do DPH, Walter Pires, nesta terça (8/12), na Galeria Olido. 

“Preservação e desenvolvimento caminham no mesmo sentido. Enfrentando a questão sem preconceitos de parte a parte, perceberemos que o desenvolvimento, se conduzido de forma sustentável, pode ajudar a preservar e a preservação, se conduzida sem radicalismos, pode ajudar a desenvolver”, enfatizou Ramos de Almeida.

 A revista urbs, principal publicação da Viva o Centro, teve sua edição de nº 51, referente ao 3º trimestre deste ano,  inteiramente dedicada ao patrimônio histórico. A edição partiu do princípio de que o patrimônio histórico, artístico e arquitetônico, quando preservado, agrega valor econômico para a cidade. Clique aqui para acessá-la.

A matéria é do site Viva o Centro:

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Ladeira da Memória, Centro

Ladeira da Memória, Centro, SP. Foto: Hélio Bertolucci Jr.

 

Programação

 Semana de Valorização do Patrimônio Histórico

De 5 A 12 / 12. Grátis

Instituída pela lei nº 13.329, de 11 de março de 2002, comemora-se, em dezembro, a Semana de Valorização do Patrimônio Histórico e Cultural do Município de São Paulo. O evento faz parte do calendário oficial de datas e eventos do município de São Paulo. Nesta edição, será enfatizado o tema: Gestão do patrimônio tombado da cidade. Ao longo de sete dias, serão intercaladas atividades de divulgação do trabalho do Departamento do Patrimônio Histórico da Prefeitura de São Paulo com debates abertos ao público. Para assistir às mesas-redondas realizadas na Galeria Olido – auditório 8º, cujas vagas são limitadas, é necessário fazer inscrição até às 18h do dia 7/12, pelo e-mail: dphdivulga@prefeitura.sp.gov.br, respeitando o número disponível, que será preenchido por ordem do envio da inscrição. Mais informações no site: www.patrimoniohistorico.sp.gov.br

Arte Contemporânea e Patrimônio Histórico

Com Dudi Maia Rosa, Sergio Sister, Daniel Acosta, Carlos Uchôa, Guto Lacaz, Inês Raphae-lian e Angelica de Moraes.

Conversa sobre a experiência da Capela do Morumbi.

Será também apresentado o projeto para publicação sobre as obras site specific, criadas para a Capela desde 1991. Não é necessário fazer inscrição. Capela do Morumbi. Avenida Morumbi, 5.387. Zona Sul. Tel.: 3772-4301. Dia 5/12, 11h

Abertura

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 7/12, 9h

Conjugação de Ações. Propostas Para a Atuação Conjunta das Três Esferas do Poder Público na Proteção do Patrimônio Cultural da Cidade

Mesa-redonda com representantes do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Na-cional), Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) e Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo)/DPH (Departamento do Patrimônio Histórico).

Preservação do Patrimônio Cultural: Responsabilidade Coletiva?

Mesa-redonda que aborda as experiências e interação entre o órgão de preservação municipal (Conpresp/DPH) e a sociedade.

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473.Centro. Dia 7/12, das 14h30 às 17h30

Visita ao Canteiro de Obras de Restauração do Teatro Municipal

Visita guiada restrita a 30 inscritos para o evento.

Teatro Municipal de São Paulo. Praça Ramos de Azevedo, s/nº. Centro. Dias 8 e 11/12, das 9h30 às 11h30

Tombamento, e Depois? Experiências e Práticas de Gestão do Patrimônio Cultural; a Questão dos Incentivos

Mesa-redonda.

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 8/12, das 14h30 às 17h30

Limpeza da Ladeira da Memória

Demonstração ao público de atividade rotineira do DPH, que consiste na limpeza de monumentos em espaços públicos.

Não é necessário fazer inscrição. Ladeira da Memória.

(ao lado do metrô Anhangabaú) Centro. Dia 9/12, das 9h30 às 12h30

Visita Monitorada às Dependências do Edifício Ramos de Azevedo, Sede do Arquivo Histórico Municipal

Visita guiada destinada a 20 interessados.

Não é necessário fazer inscrição. Edifício Ramos de Azevedo. Praça Coronel Fernando Prestes, 152. Bom Retiro. Dia 9, das 9h30 às 12h30

Apresentação do Projeto FAU/FAPESP/Arquivo Histórico Municipal: a cidade de São Paulo e Sua Arquitetura – Informatização e Digitalização da Série obras Particulares

Mesa-redonda.

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 9/12, das 14h30 às 16h

Apresentação do Projeto Digitalização e Organização do Conjunto de Fotografias que Integram os Fundos documentais do Arquivo Histórico Municipal

Mesa-redonda.

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 9/12, das 16h às 17h30

Limpeza da Estátua de Anhanguera

Demonstração ao público de atividade rotineira do DPH, que consiste na limpeza de monumentos em espaços públicos.

Não é necessário fazer inscrição. Avenida Paulista (em frente ao Parque do Trianon). Centro. Dia 10/12, das 9h30 às 12h30

Visita ao Canteiro de Obras de Restauração da Casa número um

Visita guiada restrita a 20 inscritos para o evento.

Casa nº 1. Rua Roberto Simonsen, 136-B. Centro. Dia 10/12, das 9h30 às 11h30

Programa Patrimônio e Referências Culturais nas Subprefeituras

Palestra.

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 10/12, das 14h30 às 16h

Cidade e Arqueologia

Mesa-redonda.

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 11/12, das 14h30 às 17h30

Lançamento do Catálogo da Exposição Escavando o Passado – Arqueologia na Cidade de São Paulo

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 11/12, 17h30

20 Anos do Tombamento do Parque Modernista

Encontro entre Ayrton Camargo e Silva e o grupo do bairro da Vila Mariana que participou da campanha para o tombamento. Camargo e Silva foi um dos líderes do movimento civil orga-nizado na década de 1980, que culminou no tombamento e salvamento da Casa Modernista, impedindo a demolição e a venda do imóvel para empreendimento de prédios.

Haverá, também, visita guiada à exposição Ambientes modernos – A casa modernista da rua Santa Cruz, de Gregori Warchavchik, e outras casas da modernidade, com a presença do curador, Mauro Claro.

Não é necessário fazer inscrição. Casa Modernista. Rua Santa Cruz, 325. Vila Mariana. Zona Sul. Dia 12/12, 11h

Fonte: Viva o Centro

http://www.vivaocentro.org.br/noticias/arquivo/011209_b_click1.htm

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Mooca
Fábrica Antarctica na Mooca. Foto: Hélio Bertolucci Jr.

Arquiteto encontra, na antiga cervejaria, duas salas repletas de plantas antigas, algumas datadas de 1904

Sidnei Quartier

O arquiteto Cláudio Bauso confessa que quase perdeu a fala há cerca de dez dias. Contratado pelos investidores do terreno da antiga fábrica da Antarctica para identificar as construções históricas, ele acabou encontrando dezenas de plantas antigas, algumas delas datadas de 1904, sete anos antes da fundação da cervejaria, em 1911. E para aumentar o espanto do arquiteto, agora no começo da semana, outras 700 plantas foram localizadas.

O que ele descobriu de imediato, neste segundo lote, é que, na Cervejaria Antarctica, nenhuma sala ou mesmo um discreto “puxadinho” foram construídos sem que se fizessem minuciosas plantas. “São plantas descrevendo, como fotografias, o crescimento da fábrica. Documentos históricos de grande importância”, disse Bauso.

Existem também dezenas de plantas da Companhia Cervejaria Paulista (CCP), que foi comprada pela Antarctica. A CCP construiu o Pedro II e funcionou na avenida Jerônimo Gonçalves.

A matéria é do jornal A Gazeta de Ribeirão Preto:

 

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Imagens que falam por si. Muitas construções preservadas e outras de completo  abandono dentro do cenário da cidade de São Paulo. É o patrimônio da nossa história, nossa gente, através de antigas residências, construções fabris, vilas, hotéis, etc.
Rua Caio Prado. Consolação

Rua Caio Prado. Consolação

 

Fábrica Açucar União recentemente demolida. Mooca

Fábrica Açucar União recentemente demolida. Mooca

 

Antigo Hotel. Brás

Antigo Hotel. Brás


Hospital Matarazzo há anos fechado. Bela Vista

Hospital Matarazzo há anos fechado. Bela Vista

Antiga fábrica da Neofarm. Bom Retiro

Antiga fábrica da Neofarm. Bom Retiro

Arquivo Histórico do Município recentemente restaurado. Uma bela iniciativa. Bom Retiro

Arquivo Histórico do Município recentemente restaurado. Uma bela iniciativa. Bom Retiro

 

Solar da Marquesa dos Santos passando por restauração. Centro

Solar da Marquesa dos Santos passando por restauração. Centro

Mais fotos:

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