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Archive for dezembro \23\UTC 2009

Hotel Ca D'Oro - São Paulo

Hotel Ca D'Oro. São Paulo, SP. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

Ca’d’Oro, 1953-2009: fim de um símbolo

O primeiro hotel cinco estrelas de São Paulo fecha suas portas

Edison Veiga e Maiara Camargo

Símbolo do charme de um centro paulistano que não existe mais, o Grand Hotel Ca”d”Oro, primeiro cinco estrelas de São Paulo, fechou suas portas ontem, quando as chaves dos dois últimos quartos ocupados foram entregues em um check-out definitivo. “O importante é que encerramos de cabeça erguida, atendendo aos hóspedes sem o serviço perder qualidade”, afirma o recepcionista Ricardo Noçais, de 64 anos, 43 deles a serviço do hotel.

Um dos últimos hóspedes, o empresário italiano Marco Crippa saiu no sábado. Ele, que visita a capital paulista quatro vezes por ano desde 1992, só ficava no Ca”d”Oro. “Tiraram minha casa de São Paulo”, lamenta. Na noite de sexta, foi servido o último jantar do restaurante. Dos 120 lugares do salão, apenas 22 estiveram ocupados.

A matéria é do Estadão e continua:

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Antiga construção - Praça da Sé

Restauração abandonada, Praça da Sé, São Paulo, SP. Foto: Hélio Bertolucci Jr.

Presente em uma das mesas-redondas da Semana do Patrimônio Histórico, promovida pelo DPH, a Viva o Centro defendeu a necessidade de mudança nas regras do tombamento para que a preservação de tesouros históricos, artísticos e arquitetônicos na cidade caminhe junto com o desenvolvimento. 

O superintendente da Viva o Centro, Marco Antonio Ramos de Almeida, foi um dos participantes da mesa-redonda Tombamento, e depois? Experiências e práticas de gestão do patrimônio cultural: a questão dos incentivos”, juntamente com Vasco de Mello, representantes do IAB-SP; Eduardo della Manna, do Secovi; José Eduardo Rubies, da Associação Preserva São Paulo; José Eduardo de Assis Lefèvre, presidente do Conpresp; e o diretor do DPH, Walter Pires, nesta terça (8/12), na Galeria Olido. 

“Preservação e desenvolvimento caminham no mesmo sentido. Enfrentando a questão sem preconceitos de parte a parte, perceberemos que o desenvolvimento, se conduzido de forma sustentável, pode ajudar a preservar e a preservação, se conduzida sem radicalismos, pode ajudar a desenvolver”, enfatizou Ramos de Almeida.

 A revista urbs, principal publicação da Viva o Centro, teve sua edição de nº 51, referente ao 3º trimestre deste ano,  inteiramente dedicada ao patrimônio histórico. A edição partiu do princípio de que o patrimônio histórico, artístico e arquitetônico, quando preservado, agrega valor econômico para a cidade. Clique aqui para acessá-la.

A matéria é do site Viva o Centro:

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Fonte: Site da Santa Casa de Misericórdia

 

Por AE São Paulo

Um terreno com algo em torno de 48 mil metros quadrados, repleto de jabuticabeiras e com um imenso casarão do escritório do arquiteto Ramos de Azevedo, é o mais novo ponto de discórdia no bairro do Pacaembu, zona oeste de São Paulo. Um projeto de lei dos vereadores Juscelino Gadelha (PSDB), Antonio Carlos Rodrigues (PR), Sandra Tadeu (DEM), Gilberto Natalini (PSDB), Jooji Hato (PMDB), Milton Ferreira (PPS) e Jamil Murad (PCdoB) quer mudar o zoneamento do espaço pertencente à Fundação Faculdade de Medicina, que pretende construir ali um centro educacional para médicos, dentistas, farmacêuticos e outros profissionais de saúde. Apesar da pressão dos moradores do entorno, que temem pela tranquilidade do bairro estritamente residencial, já há acordo na Câmara para a aprovação da mudança inédita na capital.

A matéria foi publicada no site Abril-notícias e continua:

-O-

Veja também: “Os casarões da 25 de Março”

www.chega-de-demolir.blogspot.com

 

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O outro lado do Copan

Edifício Copan (fundos), São Paulo, SP. Foto: Hélio Bertolucci Jr.

Sem manutenção na fachada há 43 anos, um dos mais conhecidos cartões-postais de São Paulo interdita calçada depois de pedras matarem cachorro

Por Maria Paola de Salvo 

 09/12/2009

No último dia 23, o escritor Emerson Rocha saiu para dar um passeio com a sua yorkshire Lucy, como costumava fazer todas as tardes. Morador do Copan desde 2005, ele conversava numa roda de quatro pessoas na área externa do prédio, na Rua Unaí, quando percebeu que sua roupa estava encharcada de sangue. A cabeça da cachorrinha de apenas 1 ano e 2 meses havia sido atingida por um bloco de pastilhas que despencara do alto da fachada do edifício. Ela morreu na hora. “A cena fica voltando a todo instante à minha mente”, afirma ele. “Estou traumatizado.” Um pedaço do concreto acertou também sua cabeça. “Vou processar o condomínio por perdas e danos”, promete. “Preocupo-me com as pessoas que passam por ali diariamente.” Desde então, a área do acidente permanece interditada com fitas. A fachada do maior condomínio residencial da América Latina está literalmente caindo aos pedaços. Do térreo é possível avistar diversas áreas descascadas. Segundo lojistas e moradores, “chovem” partes do edifício continuamente.

A matéria é da revista Veja São Paulo e continua:

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Castelinho da Rua Apa, cidade de São Paulo, SP, Brasil

Vamos então começar a multar. Castelinho da Rua Apa, São Paulo, SP. Cedido pelo Governo Federal a uma ONG, depois disso tiraram tudo de lá: piso, telhado, portas, etc. Foto: Hélio Bertolucci Jr.

 

SOLANGE SPIGLIATTI – Agencia Estado

SÃO PAULO – A Justiça Federal condenou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a aplicar multas por dano ao patrimônio histórico e artístico nacional previstas no Decreto-lei nº 25/1937. A ordem judicial decorre de uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) em Petrópolis, no Rio, para obrigar o instituto a exercer seu poder de polícia, aplicando sanções sempre que forem constatados danos a bens históricos e artísticos tombados pela União. A Justiça determinou que o Iphan cumpra a decisão em 90 dias. Após esse prazo, cada caso de descumprimento da sentença implicará multa de R$ 10 mil.

A ação decorre de inquérito civil público instaurado pela Procuradoria da República em Petrópolis para apurar a inércia de mais de 70 anos no cumprimento da legislação, visto que, segundo informações do próprio Iphan, as multas previstas no decreto-lei de 1937 jamais foram aplicadas. Na falta de uma solução administrativa, o MPF propôs a ação civil pública contra o Iphan, que tramitou na 2ª Vara Federal de Petrópolis, obtendo a condenação do instituto.

Na ação, o MPF pediu a aplicação das multas sempre que o Iphan constatasse dano ao patrimônio histórico e artístico após regular processo administrativo. Como ainda não há fundo próprio para a arrecadação das penalidades aplicadas pelo Iphan, a Justiça acolheu o pedido do MPF, feito pelo procurador da República Fabiano de Moraes, para que as multas sejam revertidas ao Fundo Nacional de Direitos Difusos, voltado a projetos em áreas como patrimônio cultural e meio ambiente, entre outros.

A matéria é do Estadão:

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Ladeira da Memória, Centro

Ladeira da Memória, Centro, SP. Foto: Hélio Bertolucci Jr.

 

Programação

 Semana de Valorização do Patrimônio Histórico

De 5 A 12 / 12. Grátis

Instituída pela lei nº 13.329, de 11 de março de 2002, comemora-se, em dezembro, a Semana de Valorização do Patrimônio Histórico e Cultural do Município de São Paulo. O evento faz parte do calendário oficial de datas e eventos do município de São Paulo. Nesta edição, será enfatizado o tema: Gestão do patrimônio tombado da cidade. Ao longo de sete dias, serão intercaladas atividades de divulgação do trabalho do Departamento do Patrimônio Histórico da Prefeitura de São Paulo com debates abertos ao público. Para assistir às mesas-redondas realizadas na Galeria Olido – auditório 8º, cujas vagas são limitadas, é necessário fazer inscrição até às 18h do dia 7/12, pelo e-mail: dphdivulga@prefeitura.sp.gov.br, respeitando o número disponível, que será preenchido por ordem do envio da inscrição. Mais informações no site: www.patrimoniohistorico.sp.gov.br

Arte Contemporânea e Patrimônio Histórico

Com Dudi Maia Rosa, Sergio Sister, Daniel Acosta, Carlos Uchôa, Guto Lacaz, Inês Raphae-lian e Angelica de Moraes.

Conversa sobre a experiência da Capela do Morumbi.

Será também apresentado o projeto para publicação sobre as obras site specific, criadas para a Capela desde 1991. Não é necessário fazer inscrição. Capela do Morumbi. Avenida Morumbi, 5.387. Zona Sul. Tel.: 3772-4301. Dia 5/12, 11h

Abertura

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 7/12, 9h

Conjugação de Ações. Propostas Para a Atuação Conjunta das Três Esferas do Poder Público na Proteção do Patrimônio Cultural da Cidade

Mesa-redonda com representantes do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Na-cional), Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) e Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo)/DPH (Departamento do Patrimônio Histórico).

Preservação do Patrimônio Cultural: Responsabilidade Coletiva?

Mesa-redonda que aborda as experiências e interação entre o órgão de preservação municipal (Conpresp/DPH) e a sociedade.

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473.Centro. Dia 7/12, das 14h30 às 17h30

Visita ao Canteiro de Obras de Restauração do Teatro Municipal

Visita guiada restrita a 30 inscritos para o evento.

Teatro Municipal de São Paulo. Praça Ramos de Azevedo, s/nº. Centro. Dias 8 e 11/12, das 9h30 às 11h30

Tombamento, e Depois? Experiências e Práticas de Gestão do Patrimônio Cultural; a Questão dos Incentivos

Mesa-redonda.

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 8/12, das 14h30 às 17h30

Limpeza da Ladeira da Memória

Demonstração ao público de atividade rotineira do DPH, que consiste na limpeza de monumentos em espaços públicos.

Não é necessário fazer inscrição. Ladeira da Memória.

(ao lado do metrô Anhangabaú) Centro. Dia 9/12, das 9h30 às 12h30

Visita Monitorada às Dependências do Edifício Ramos de Azevedo, Sede do Arquivo Histórico Municipal

Visita guiada destinada a 20 interessados.

Não é necessário fazer inscrição. Edifício Ramos de Azevedo. Praça Coronel Fernando Prestes, 152. Bom Retiro. Dia 9, das 9h30 às 12h30

Apresentação do Projeto FAU/FAPESP/Arquivo Histórico Municipal: a cidade de São Paulo e Sua Arquitetura – Informatização e Digitalização da Série obras Particulares

Mesa-redonda.

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 9/12, das 14h30 às 16h

Apresentação do Projeto Digitalização e Organização do Conjunto de Fotografias que Integram os Fundos documentais do Arquivo Histórico Municipal

Mesa-redonda.

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 9/12, das 16h às 17h30

Limpeza da Estátua de Anhanguera

Demonstração ao público de atividade rotineira do DPH, que consiste na limpeza de monumentos em espaços públicos.

Não é necessário fazer inscrição. Avenida Paulista (em frente ao Parque do Trianon). Centro. Dia 10/12, das 9h30 às 12h30

Visita ao Canteiro de Obras de Restauração da Casa número um

Visita guiada restrita a 20 inscritos para o evento.

Casa nº 1. Rua Roberto Simonsen, 136-B. Centro. Dia 10/12, das 9h30 às 11h30

Programa Patrimônio e Referências Culturais nas Subprefeituras

Palestra.

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 10/12, das 14h30 às 16h

Cidade e Arqueologia

Mesa-redonda.

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 11/12, das 14h30 às 17h30

Lançamento do Catálogo da Exposição Escavando o Passado – Arqueologia na Cidade de São Paulo

Galeria Olido – auditório 8°. Avenida São João, 473. Centro. Dia 11/12, 17h30

20 Anos do Tombamento do Parque Modernista

Encontro entre Ayrton Camargo e Silva e o grupo do bairro da Vila Mariana que participou da campanha para o tombamento. Camargo e Silva foi um dos líderes do movimento civil orga-nizado na década de 1980, que culminou no tombamento e salvamento da Casa Modernista, impedindo a demolição e a venda do imóvel para empreendimento de prédios.

Haverá, também, visita guiada à exposição Ambientes modernos – A casa modernista da rua Santa Cruz, de Gregori Warchavchik, e outras casas da modernidade, com a presença do curador, Mauro Claro.

Não é necessário fazer inscrição. Casa Modernista. Rua Santa Cruz, 325. Vila Mariana. Zona Sul. Dia 12/12, 11h

Fonte: Viva o Centro

http://www.vivaocentro.org.br/noticias/arquivo/011209_b_click1.htm

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Mooca
Fábrica Antarctica na Mooca. Foto: Hélio Bertolucci Jr.

Arquiteto encontra, na antiga cervejaria, duas salas repletas de plantas antigas, algumas datadas de 1904

Sidnei Quartier

O arquiteto Cláudio Bauso confessa que quase perdeu a fala há cerca de dez dias. Contratado pelos investidores do terreno da antiga fábrica da Antarctica para identificar as construções históricas, ele acabou encontrando dezenas de plantas antigas, algumas delas datadas de 1904, sete anos antes da fundação da cervejaria, em 1911. E para aumentar o espanto do arquiteto, agora no começo da semana, outras 700 plantas foram localizadas.

O que ele descobriu de imediato, neste segundo lote, é que, na Cervejaria Antarctica, nenhuma sala ou mesmo um discreto “puxadinho” foram construídos sem que se fizessem minuciosas plantas. “São plantas descrevendo, como fotografias, o crescimento da fábrica. Documentos históricos de grande importância”, disse Bauso.

Existem também dezenas de plantas da Companhia Cervejaria Paulista (CCP), que foi comprada pela Antarctica. A CCP construiu o Pedro II e funcionou na avenida Jerônimo Gonçalves.

A matéria é do jornal A Gazeta de Ribeirão Preto:

 

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