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Revista São Paulo, Folha de São Paulo edição de 26/07/10

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Prezados Visitantes,

A característica principal deste trabalho, deste blog, era divulgar notícias da área do patrimônio histórico, da arquitetura , de antigas residências, do paisagismo, entre outros assuntos, clipados da Internet, então, para ficar uma comunicação mais rápida e breve, resolvi migrar este espaço para o:

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Uma maneira muito mais rápida, fácil  e prática de interagir.

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O Blogspot ainda continua, sendo agora a página principal com fotos, artigos, opiniões, colaborações, etc.:

BLOG CHEGA DE DEMOLIR S!P

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Quem está na linha vermelha do Metrô de São Paulo sentido a Praça da Sé, poderá observa-lo ao longe, uma edificação antiga, caindo aos pedaços, entregue as favas e a sua sorte.

Esta edificação que faz parte da história da cidade de São Paulo é o velho Quartel que já foi do Exército e hoje está aos cuidados da Polícia Militar. Pelo que se observa – ao longe –  lá se transformou em depósito de sucata.

No século XIX , naquelas bandas da várzea do Carmo funcionou esta edificação como Hospício dos Alienados, onde veio falecer o poeta Paulo Eiró. Na década de 1930 quem ficou responsável pelo imóvel foi a antiga Força Pública, mas com o golpe militar de 1964 é ocupado pelo Exército. Em  1995 passa aos cuidados da Polícia Militar.

Diz a lenda que este quartel foi construído por Dom Pedro I e dado de presente a Domitila de Castro Canto Melo e que o mesmo era utilizado para V.A. dormir quando estava na cidade, assim como, para seus encontros com a Marquesa de Santos, que residia ali perto, hoje Rua Roberto Simonsen.

O Condephaat já notificou para que façam as devidas manutenções no imóvel, contudo, a Polícia Militar diz que vai fazer um levantamento completo do imóvel, mas que não tem prazos para restauro.

 Saiba mais sobre este assunto na matéria do Estadão:

Adoniran Barbosa. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

Adoniran Barbosa. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

 

Considerado o mais antigo memorial de bairro paulistano, o museu tem um acervo expressivo com 8 mil fotografias e 1,5 itens no acervo, entre eles objetos do compositor Adoniran Barbosa. Entre todos esses itens existe um em especial, o kit completo de um “bexiguense” soldado revo alusivos lucionário de 1932.

Paulo Santiago, presidente do museu, tem projetos ambiciosos para movimentar o espaço: restaurar o imóvel, digitalizar o acervo fotográfico e oferecer curso na área de gastronomia, numa cantina-escola. Quer também implantar uma lojinha com souvenirs alusivos à imigração italiana.

O Museu Memória do Bexiga fica na Rua dos Ingleses, 118 – Bela Vista

Informações (11) 3262-3156 – Horário de Terça a Sexta-feira, das 14h. as 18h. Grátis

Saiba mais sobre este assunto na matéria do Estadão:

 ATENÇÃO: Eu não tenho informações sobre os documentos do Hospital Matarazzo, tipo registros de batismo e fichas de nascimento, falecimentos, etc. Olhem nos comentários, algumas pessoas colocaram algumas informações a respeito. Obrigado.

Hospital Matarazzo. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

Ocupando uma área de 27 mil m2 em uma das regiões com o metro quadrado mais caro do País, o Hospital Matarazzo espera há mais de 17 anos por um destino. De propriedade da entidade bilionária Previ, a caixa de aposentadoria dos funcionários do Banco do Brasil, que na época acharam estar fazendo um ótimo negócio pensando na venda do local como terreno. A entidade não esperava que as edificações, em estilo neoclassico, inaguradas em 1917 estavam tombadas pelo Condephaat e pelo Conpresp.

O Hospital que já foi um dos mais importantes da cidade e prestou serviços primeiramente a comunidade italiana e depois para todas as pessoas fechou suas portas em 1993, depois de 89 anos de atividades.

Algumas histórias sempre surgem de que o local abrigará um hotel ou mais um shopping, mas como os prédios não podem ser demolidos e nem descaracterizados, tais boatos não passam de meras especulações.

Algumas pessoas, ex-funcionários e entidades tentam fazer alarde para que no mínimo o lugar seja ativado como Hospital, já que serviu tão bem a sociedade, tem localização privilegiada e num País que carece de bons lugares na área de saúde, este entrando em funcionamento não seria nada mal.

Que as autoridades se sensibilizem e não esperem que mais esta construção seja “tombada” na cidade.

Saiba mais sobre este assunto na matéria do Diário do Comércio:

Masp e Edifício Dumont Adams. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

Finalmente o Masp resolveu ocupar e reformar o abandonado Edifício Dumont Adams localizado na Av. Paulista. Após a reforma o local receberá o nome de Masp Vivo, devido a parceria com a companhia de telefonia celular. Cinco ou seis andares funcionará a Escola Masp, parte administrativa do Museu e ainda espaços expositivos. Caso a instituição não concretize a reforma até 2012, terá que devolver os 13 milhões patrocinados pela empresa na aquisição do edifício.

Recentemente passei pela região e os tapumes já estão sendo instalados na lateral do edifício. Algumas pessoas que circulavam pela região vendo a movimentação para a reforma, felicitaram a utilização do prédio que trará para a região mais um pólo cultural.

Mais informações sobre esta notícia no site do Estadão:

O quintal do Palacete do Barão[1]

Palacete do Barão do Rio Pardo. Campos Elíseos, São Paulo. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

Vereador pede CPI para rever tombamentos

Requerimento questiona atuação do Conpresp; Centrão apoia comissão

Diego Zanchetta, Fabio Leite

Com a assinatura de 18 dos 55 vereadores de São Paulo, um requerimento apresentado ontem pelo vereador Aurélio Miguel (PR) propõe uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar decisões do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico (Conpresp) e a situação dos 1.832 imóveis tombados ou em processo de tombamento. Se aprovada por 28 votos, a CPI poderá questionar as decisões do órgão.

Oito conselheiros integram o colegiado permanente, entre eles o vereador Toninho Paiva (PR). Em cinco anos, o conselho congelou novos empreendimentos em áreas nobres como Ipiranga, Aclimação e Mooca. O mercado imobiliário, que financiou a campanha de 29 vereadores, defende a revisão desses tombamentos. O Centrão, bloco formado por PMDB, PR, PV, PTB e DEM, já se manifestou favorável à CPI.

O requerimento tem em anexo reportagem do Estado, de 3 de julho, que mostra decisão judicial para demolição de um condomínio residencial construído em área tombada na Avenida IV Centenário. “Queremos apurar a atuação do Conpresp. Situações como essa se repetem em vários locais”, disse Miguel.

O relatório da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal que mirou a Camargo Correa, encontrou indícios de corrupção no Conpresp. Um manuscrito apreendido na casa do executivo Pietro Bianchi indicava supostos pagamentos a Antonio Carlos Rodrigues e Toninho Paiva, além do secretário de Habitação, Elton Santa Fé. Os valores se referem à construção de um empreendimento residencial no Tatuapé. Eles negam.

O Conpresp informou que estará à disposição da comissão. Paiva não foi encontrado.

Quem publicou a notícia foi o Estadão:

Nota: No final do ano passando conhecendo o estado do Casarão do Barão do Rio Pardo, localizado no bairro dos Campos Elíseos, escrevi para o Conpresp lamentando da situação do imóvel e a quantidade de lixo no seu interior. Nunca tiver resposta da minha mensagem. O que me parece que é um órgão público que atende a interesses de poucos, não estando preocupado com a cidade e sua história.

Igreja da Boa Morte. São Paulo, SP. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

Inspirado nas fotos do carioca Militão Augusto de Azevedo – o primeiro a registrar o cotidiano da cidade em meados de 1860 -, o fotógrafo Renato Suzuki percorreu os mesmo lugares e registrou através de seus cliques como está a cidade de São Paulo depois um século de transformações.

A exposição “Memória da Cidade: História e Patrimônio de São Paulo” está no Centro Cultural da Caixa Economica até o dia 28 de fevereiro, de terça a domingo das 9h as 21h. Na exposição o visitante poderá ver as fotos originais do Militão que são de propriedade do Museu Paulista.

Caixa Cultural de São Paulo – Praça da Sé, 111 – Tel.: (11) 3321-4400

Você poderá ler mais sobre esta notícia no site do Viva o Centro

Avenida São João, Centro. Foto: Hélio Bertolucci Jr. ©

26/01  – Agência Estado

A ocupação de prédios ociosos é considerada por urbanistas etapa essencial no projeto de revitalização do centro de São Paulo. Além de levar “vida” à região, a iniciativa teria outros efeitos positivos para a cidade, como amenizar a superlotação do transporte público, agravada pela necessidade diária de deslocamento dos paulistanos dos bairros periféricos para a área central, onde estão as vagas de emprego. “Há uma abundância de serviços, comércio e transporte no centro. É preciso ter gente morando no centro para aproveitar essa infraestrutura”, disse a arquiteta Maria Ruth do Amaral Sampaio, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Outro ponto destacado por especialistas é o potencial de mistura de classes – entre os anos 50 e 70, a elite migrou dos bairros centrais para empreendimentos em outras regiões da cidade. Os projetos anteriores para reocupar no centro, no entanto, esbarravam em dois entraves: a falta de financiamento e os especuladores. Para Maria Ruth do Amaral Sampaio, a transformação de prédios desocupados em moradia atualmente é mais barata do que a construção de novas unidades. “Hoje, há tecnologia para fazer isso. Além de ser viável, sai mais barato, principalmente se levarmos em conta a questão da desoneração do transporte”, avalia. A professora da FAU não tem dúvidas quanto à viabilidade do projeto desenvolvido pela Cohab. “Depois da 2ª Guerra Mundial, Holanda, Inglaterra e França fizeram exatamente isso. Não derrubaram nada”, disse. “Não há nenhum grande entrave, mesmo porque diversos prédios pertencem a um mesmo dono. Se não fizeram até hoje por falta de vontade.” Maria Ruth também é favorável à ideia da Prefeitura de montar unidades menores, voltadas para famílias de baixa renda, e apartamentos mais amplos, procurados pela classe média. “Há muita gente morando hoje na Avenida São Luís. Tenho certeza de que haverá interesse em outros pontos.”

A matéria é do site Agência Estado

Pinacoteca do Estado. Foto: Hélio Bertolucci Jr.©

Texto prevê que o governo nunca destine menos do que 40% ao Fundo Nacional de Cultura (FNC)

Jotabê Medeiros, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – É uma mudança radical na filosofia de incentivo à cultura no País. A nova Lei Rouanet, cujo texto foi assinado na terça, 26, pelo presidente Lula, prevê que o Fundo Nacional de Cultura (FNC) nunca poderá ter menos do que 40% do orçamento do MinC. Até hoje, o fundo (que permite o incentivo direto, sem que o produtor precise captar dinheiro no mercado) recebe valores irrisórios e aleatórios. A maior parte dos recursos chega via renúncia fiscal – empresas adiantam o dinheiro aos produtores culturais, e depois são reembolsadas na hora de declarar o seu Imposto de Renda (IR). 

 A matéria é do site O Estadão e continua: